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UM TENTAME SOBRE A CRISE

 

Sílvio de Souza Lôbo Júnior¹

1. Dinheiro

 

1.1. Conceito, talvez. Definição, nunca.

 

Durante séculos dinheiro foi sobre tudo um bem material. A moeda de ouro ou prata valia exatamente sua massa (peso). Já na Idade Média tornou-se comum guardar as fortunas com o “ourives”, que recolhiam os objetos de ouro e prata em cofres, e dava a esta pessoa um recibo que garantia este bem. Tal recibo era usado pra pagamento de dívidas, em negociações, e então surgiu o dinheiro de papel. A história conta que este serviço de ourives foi prestado também pelos templários, e teria sido a cobiça por deste cargo que fez o governo francês acusá-los de heresia, e em seguida os Governos dos países se ocuparam deste serviço. No tocante ao valor do dinheiro intrínseco e extrínseco leia:

 

A cunhagem de moedas em ouro e prata manteve-se durante muitos séculos. As peças eram garantidas por seu valor intrínseco, isto é, pelo valor comercial do metal utilizado na sua confecção. Assim, uma moeda contendo vinte gramas de ouro era trocada por mercadorias nesse mesmo valor.

 

Durante muitos séculos, os países cunharam em ouro suas moedas de maior valor e reservaram a prata e o cobre para os valores menores. Esses sistemas mantiveram-se até o final do século XIX, quando o cuproníquel e, posteriormente, outras ligas metálicas passaram a ser muito empregados. A moeda passou a circular pelo seu valor extrínseco, isto é, pelo valor gravado em sua face, independentemente do metal nela contido. (FREITAS, 2004)

  


¹Aluno da Universidade Católica de Goiás, Direito, matriculados nas disciplinas / turmas, Antropologia Jurídica C01, Teologia e Ciências Sociais e Humanas Aplicadas C01, Introdução ao Estudo do Direito C07, Teoria Geral do Processo C02, Teoria Geral Do Estado C05,  Direito Civil I C03, Direito Penal I B02

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