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 Não indiferente a discriminação masculina sobre as mulheres, pensei em falar um pouco sobre as mulheres que me cercam. Independentes, decididas e fortes. Perdoe aqueles que acham que pra ajudar-las é necessário descarregar todo tipo de misérias e desgraças enfrentadas por elas... mas há quem, como eu, acredite que todos nós, homens ou mulheres precisem acreditar na figura de um verdadeiro companheiro, um cavalheiro e uma dama, iguais em direitos e deveres.

 E não sei se foram as pílulas anticoncepcionais, a guerra fria ou as calças jeans, mas algo aconteceu na segunda metade do século. Nossas pequenas parecem terem levado ao pé da letra o velho ditado, “se não pode vencê-los, juntem-se a eles”; e as consequências disso têm sido o surgimento de mulheres cada dia mais másculas, que me perdoe aqueles que pensem o contrario, mas não há método anticoncepcional mais eficiente que uma mulher de calça, camiseta, falando: “porra, vei”.


Enquanto os homens desesperadamente tentam manter sua soberania no seleto universo dos poderosos, ocupando aos mais influentes cargos no mercado de trabalho e governos, as mulheres parecem realizar as escuras, enquanto nós dormimos, reuniões secretas onde grandes estrategistas elaboram os mais eficientes planos para conquista do mundo.

E aqui, dando meus últimos suspiros nesta guerra dos cuecas, irei eu, defender o que para homens, realmente mexe... Oh meu Deus! O que está acontecendo com elas! Vem e vão. Botam a mão onde querem, usam e abusam, e cerca de uma hora depois antes que nós possamos saber o que está acontecendo elas já partiram. Deixam um bilhete do lado do abajur, e ficamos nós desesperados esperando pelo menos um comentário agradável, uma palavra de incentivo.
De consolo fica a tão gloriosa história de poder e opressão masculina, lembranças que amenizam os momentos de desespero enquanto aguardamos que elas cumpram sua promessas e liguem no dia seguinte.