Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
 

Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4

Quem se lembra: em maio de 1995, quando o uma doença chamada Ébola virou destaque nos jornais? A tal "febre hemorrágica (FHE) matou mais de cem pessoas no Zaire,

O fato repercutiu e levo o cineasta Wolfgang Petersen a idealizar que tal evento tivesse acontecido nos EUA, no filme EPIDEMIA (Outbreak),  no mesmo ano, que hoje pode ser assistido na seção da tarde.

Na época eu tinha 13 anos e já meditava sobre o armagedom dos tempos,  mas a Ébola foi muito intensa, a morte acontecia de 01 (um) dia até duas semanas após o surgimento dos sintomas que são manchas por todo o corpo além da hemorragia por todos os orifícios, (nariz, ânus, boca e olhos).

A intensidade de uma doença, contrariando a literatura fictícia, não é um agravo, pois quanto mais rápido o contaminado se acama, menor é o risco de transmissão.

Um fato sobre isto é o HIV, que com as novas drogas, um soro positivo pode ter uma vida moderada, mas normal, chegando a viver décadas, até mesmo sem demonstrarem sintomas, assim o risco de contágio é maior, fato idêntico ao que acontece com a Hepatite.

O HIV, como sabem, tem como consequência a SIDA (Aids) a síndrome da imuno deficiência adquirida, e leva 100% dos portadores do vírus a morte, mas sem extremismos, posso citar uma outra pandemia, a da herpes labial, estimasse que em muitos países 90% da população tenha o vírus. Nos EUA e Europa, 1/5 são portadores de herpes, doença que causa ferimento labial em épocas de baixa imunidade, como nos momentos de tristeza, stress, excesso de sol ou má alimentação.

Novas pesquisas apontam o vírus da Herpes labial, tanto o tipo 1 e 2 ao Mal de Alzheimer, um fato que se provado causará um reboliço no conceito de herpes labial como um inconveniente corriqueiro.

As doenças parecem não ser como antes.

A gripe espanhola, a peste bubônica, ébola entre outras citadas nos livros de história, tinham em comum o fato de que após um intenso e rápido genocídio desapareciam junto com seus mártires.

 A gripe suína matou 18 mil, e depois encontrou seu lugar em meio as doenças do dia-a-dia, o mais interessante nisto tudo, é que quando uma doença ameaça tão intensamente o mundo do Norte, as drogas e vacinas surgem rapidamente.

A doença de chagas mata milhares no mundo do Sul, muitos médicos e pesquisadores apelam aos grandes laboratórios por algum remédio, mas esta doença como a doença do sono e a leishmaniose são IGNORADAS pelos grandes centro de pesquisa, pois matam apenas os pobres e miseráveis do mundo do Sul.

Sílvio Lôbo,

Deixe seu comentário

Todos os campos * são obrigatórios