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O soldado PM Henrique Lopes Galvão, 28 anos, é o principal suspeito de envolvimento na morte da publicitária Pollyana Borges Arruda, 26 anos, assassinada no dia 24 de setembro deste ano. O corpo dela foi encontrado em uma área do Residencial Humaitá, às margens do Córrego Caverinha, na região Norte de Goiânia, e apresentava várias perfurações de bala.
A polícia chegou até ao nome do soldado depois que o celular da publicitária foi encontrado na terça-feira à noite, com o irmão do policial militar, Hélio Lopes Galvão. Segundo o comandante geral da PM, coronel Antônio Elias, o aparelho foi retirado do carro da publicitária, encontrado parcialmente queimado, pelo soldado Henrique Lopes Galvão, responsável por preservar o local do crime.
O soldado teria vendido o aparelho ao irmão, preso pelos policiais da Delegacia de Investigações Criminais. O coronel disse ainda que agora o policial vai ter que provar que não é o autor do crime. O soldado, que tem sete anos de Polícia Militar e já foi afastado dos dos trabalhos, está preso administrativamente no Serviço de Inteligência (PM2) da Polícia Militar. O soldado já foi punido seis vezes na instituição.
Para o comandante geral da PM, a viatura em que estava o soldado Henrique Lopes Galvão e comanda pelo sargento Adriano Fidélis dos Santos, também afastado dos serviços, foi a segunda a chegar ao local local onde foi encontrado o carro da publicitária. Segundo o comandante, o local já havia sido isolado por uma primeira viatura que havia chegado momentos antes. De acordo com o comandante, no carro foram encontradas um pneu, um notbook e algumas bolsas com cartões em nome de Pollyana.
No relatório de ocorrência não consta, porém, segundo o comandante geral da PM, nenhum aparelho celular. Antônio Elias informa que o soldado teria subtraído o aparelho em benfício próprio e que violou todas as lógicas e que as ações do comando geral serão duras contra o ele. "Ele tem conhecimento sobre isolamento e preservação do local do crime. Portanto, cometeu um ato grave ao substrair uma peça importante do crime", comentou Antonio Elias.
Antonio Elias informou que a partir de agora, vai investigar todo o caminho percorrido pelo aparelho celular e que não descarta, em hipótese alguma, a participação do soldado na morte da publicitária. "Queremos a expulsão dele da corporação", disse o comandante. Ele informa que o sargento Adriano Fidelis dos Santos também foi afastado e que está à disposição da Corregedoria. da Polícia Militar.
Hoje às 10 horas, a Polícia Civil deve apresentar à imprensa o soldado Henrique Lopes Galvão e o irmão dele, Hélio Lopes Galvão, que está preso na Delegacia de Investigações de Homicídios (Deic). O soldado estava lotado no 9º Batalhão da Polícia Militar responsável pela segurança da região Norte de Goiânia onde o corpo e o carro de Pollyana foram encontrados.
Pollyana Arruda foi encontrada morta em um matagal, às margens do córrego Caveirinha, no residencial Humaitá. Ela desapareceu após sair de casa para uma palestra na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). Pollyana era sócia, com o marido, Thiago Leopoldino de Paula, da agência de publicidade Inédita Propaganda, e foi vista pela última vez ao sair de casa, no Setor Bueno, na manhã do dia 23.
O comandante-geral da Polícia Militar, Antônio Elias, fez questão de enaltecer o trabalho em junto das polícias militar e civil e do Secretário de Estado de Segurança Pública, Ernesto Roller, na elucidação do caso. Já o delegado geral da Polícia Civil, Aredes Correia, informou que se sentiu frustrado com esta situação. "Esse furto jogou um balde de água fria no trabalho de investigação", comentou Aredes.
Notícia Postada em 26/11/2009 às 09:18:26

http://www.aparecidanet.com.br/?pg=noticia&id=10128

sexta-feira, 27 de novembro de 2009, 01:47
Polícia descarta participação de militar em crime
De posse do celular de Polyanna Arruda e com as prisões do agente de telemarketing Hélio Lopes Galvão e do irmão dele, o policial militar Henrique Lopes Galvão, a polícia dá novo rumo às investigações no caso da morte da publicitária. Segundo o delegado da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), Abezio Leite de Bessa, fica descartado o envolvimento do soldado da PM na morte da publicitária e a nova suspeita é que ela tenha sido morta por ladrões de carro.
O delegado explica que a nova suspeita surgiu após o aparecimento do celular com o irmão do PM e ao se confrontar os dados sobre roubos de veículos no dia da morte da publicitária. Ele alega que no mesmo dia foram roubados outros quatro carros do mesmo modelo usado por Polyanna, um Chevrolet Prisma, em portas de faculdades da capital, o que reforça a teoria.
O laudo cadavérico da jovem também foi divulgado e indica que ela foi estuprada antes de ser morta. O exame do Instituto Médico Legal (IML) constatou sêmen na região anal e vaginal da publicitária e que, devido ao suor e as marcas de agressões no corpo, ficou comprovado também que ela tentou resistir ao atentado entrando em luta corporal com os agressores. O laudo demonstrou também que a publicitária foi vítima de estrangulamento e que foi alvo de seis disparos de arma de fogo. O corpo de Polyanna foi encontrado sem roupas no dia 25 de setembro em um matagal próximo ao Córrego Caveirinha, região norte de Goiânia.
Sobre a atitude do soldado da PM, o delegado alega que ele prestou um “desserviço” à população ao retirar o celular da publicitária da cena do crime. Segundo o delegado, a linha inicial para a apuração utilizava o celular desaparecido como um meio possível de se chegar aos responsáveis pela morte da jovem e que o furto causou atraso nas investigações. “Durante dois meses o celular foi tido como uma das pistas para se chegar aos responsáveis pela morte de Polyanna”, explica.
O soldado da PM e o irmão foram presos na quarta-feira, 25, após o rastreio do celular da publicitária, um Nokia N95 preto. O soldado teria furtado o celular da cena do crime e revendido o aparelho ao irmão, que o estava usando com outro chip e, segundo a polícia, teria tentado inclusive mudar o número serial do aparelho, responsável pela identificação.
De acordo com Hélio, o irmão encontrou o celular próximo ao carro da publicitária, mas não imaginou que o aparelho pertencesse à publicitária. Ele conta ainda que o aparelho estava molhado quando foi encontrado pelo irmão e que apenas mandou o celular para o conserto. Questionado sobre a atitude do irmão policial, acusado de furtar o celular, ele respondeu que o irmão agiu de forma errada, mas que não tinha como saber que o celular pertencia à jovem morta.
Segundo o delegado, o policial militar responderá pelos crimes de furto e peculato por ter retirado o celular  da cena do crime e que o irmão do policial responderá pela receptação de produto roubado e pode pegar de um a quatro anos de detenção. (Da Redação) O HOJE http://www.ohoje.com.br/cidades/27-11-2009-policia-descarta-participacao-de-militar-em-crime/

Se a polícia que deveria investigar o fato e prender os culpados presta um serviço deste, como acreditaremos no neles?

Este é mais um artigo sobre o caso Polyanna Borges Arruda, existem outros neste site.

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