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Categoria: Notícias & Crítica (III)
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Desde o começo de 2009 o ditador líbio Muammar Kadhafi fez as pazes com o mercado internacional, tem vendido petróleo por um preço baixo, logo se enganam muito quem acha que as ações militares na Líbia acontecem por interesse nele.
O que aconteceu lá é mesmo que acontece em diversos países; a população tem se revoltado contra  a ditadura, isto aconteceu no Egito há poucas semanas e lá o povo conseguiu derrubar o presidente; existem lutas acontecendo neste instante no Irã, Síria, Líbia, e outras mais discretas na China.
Todos os ditadores costumam usar a polícia para as crises de ‘rebeldes’ que buscam a democracia, porém o ditador Muammar Kadhafi foi bem mais cruel, ele colocou o exército para massacrar os civis; foram verdadeiros genocídios.
 Algumas pessoas do próprio exercito líbio, como exemplo os dois pilotos de domingo, ao serem mandados bombardear concentrações civis, fugiram para outros países pedindo asilo.
Por conta disto o Líbano, França, Grã-Betanha e EUA organizaram um plano de ação militar que cria sobre a Líbia um área restrita onde o exército líbio não pode sobrevoar, permitindo apenas que corredores de vôos comerciais possam sobrevoar sobre o país. Esta é um tática padrão para qualquer tentativa de ação posterior em solo.
Logo, é conclusivo, que para a proteção da vida e da democracia, que acontecesse as ações militares na Líbia, e pese nosso governo incompetente vir falar que não concorda com as ações ocorridas nestes primeiros dias de intervenção. O atual Governo do Brasil, é sabido o mundo, tem apoiado intensamente as ditaduras militares do mundo, fazendo diversas doações com o pretexto de reconstrução de cidades; dinheiro este, que sabemos ser usados para compra de armas e manutenção do autoritarismo pelo mundo.

Agora tem uma coisa engraçada.., Nos países da África, onde plantam rabanete e batata, e que estão sobre regime ditatorial há décadas, os EUA nunca foram lá!!,  Estranho né! Os EUA querem mesmo defender a paz?