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Simone Cassiano foi a "coisinha" que jogou sua filhA ainda bebê na Lagoa da Pampulha em janeiro de 2006. 

Ela ficou famosa, quando perguntada por jornalista sobre o crime dizer, “eu não fiz nada com esta desgraça de criança”.
VocÊ sabia que ela foi condenada inicialmente a 8 anos e quatro meses, mas o MP recorreu e os desembargadores aumentaram a pena para 9 anos de reclusão. 
 
"A decisão não foi unânime porque o relator do processo, desembargador Antônio Carlos Cruvinel, pedia a elevação da pena para 12 anos, 5 meses e 10 dias. No entanto, o desembargador Paulo Cézar Dias alegou que o caso se tratava de tentativa de homicídio e não consumação do homicídio. Portanto, a pena deveria ser reduzida. Dias considerou que as circunstâncias graves do crime de abandono de menor às margens de uma lagoa, dentro de um saco plástico, levaria à fixação de uma pena de 18 anos, mas votou pela redução pela metade "já que não houve qualquer lesão corporal à criança"[[G1]].
 
A justiça é uma mamãe boa. Os desembargadores infelizmente tem um benevolência que o criminoso nunca tem.

O Código Penal brasileiro tem uma abominação, e não falo pela ação, tida como alguns especialista como o da tigresa que após parir come o concepto. Mas pela posição legal deste, que serve como um benefício, a quem resolva matar o filho logo depois de parir. O critério do temporal é marcante, já o estado puerperal é uma incógnita legal, ou seja, uma brecha a impunidade.
 
A meu ver, se a mulher é tomada por uma loucura, então não há o que se falar em pena. A incapacidade de se determinar diante do ilícito é o suficiente para absolvição. Agora se ela pode se determinar, tinha ciência do ilícito, a pena deve ser a referente ao artigo 121 do Código Penal referente a Matar alguém.
 
Infanticídio
* Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:
        Pena - detenção, de dois a seis anos.
 
* [[DECRETO-LEI No 2.848, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1940. Código Penal Brasileiro]]