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   Que as práticas da Al-Qaeda, e o seu mentor mais famoso Osama bin Laden foram práticas de terrorismo, monstruosas a qualquer homem civilizado, é fato indiscutível.
   Mas que moral tem um país de agir em nome de um “bem”, que este quebrasse todos os acordos internacionais civilizados e agisse em absoluta ilegalidade?
   Os EUA quebraram todas as convenções internacionais, exercendo o poder de polícia, justiça, executando em território estrangeiro um procurado.
Mesmo sendo réu confesso, as Constituições modernas, incluindo a americana, garante o direito de o réu a um julgamento justo, sendo defesa o juiz de exceção, garantida a ampla defesa e o contraditório.

    É até exageiro pensar em Direitos Humanos,
    Bem sabem nós, que Osama bin Laden, não poderia agir sozinho. Nem ele, nem outros dez. Estamos falando de centenas ou milhares de homens e mulheres que escolheram na loucura do terrorismo uma forma de se rebelar contra a exploração estadunidense e a interferência grotesca no mundo em desenvolvimento.

     E agora?
   É preparar-nos para reviver o clima de medo que vivemos em 11 de setembro 2001. Intelectuais do mundo todo estão pasmos com os novos acontecimentos. E a experiência demonstra que atos assim não são esquecido facilmente.

Opiniões
   "Foi claramente uma violação do direito internacional", disse o ex-chanceler (primeiro-ministro) alemão-ocidental Helmut Schmidt
    Ehrhart Koerting, ministro do Interior da cidade-Estado de Berlim, disse: "Como advogado, eu preferia ver (Bin Laden) sendo levado a julgamento no Tribunal Penal Internacional."
    "Os norte-americanos se dizem em guerra contra o terrorismo, e que podem eliminar seus adversários no campo de batalha", disse Knoops. "Mas, num sentido estritamente formal, este argumento não se sustenta." O jurista holandês Gert-Jan Knoops, especializado em direito internacional.
   "Gostaríamos de saber quais foram as ordens, quais foram as regras de abordagem. Queremos saber exatamente o que aconteceu (...) e em que os EUA alegam que Bin Laden estava realmente envolvido", "Será que o mundo é um lugar melhor por Bin Laden não estar aí? Pode-se obviamente responder a essa pergunta. Mas será que isso significa que você tem o direito de violar os protocolos de direitos humanos ou o direito internacional para fazer isso? Aí, não." Reed Brody, consultor da entidade Human Rights Watch, de Nova York.