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Categoria: Notícias & Crítica (III)
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(11/07/2011) - Leia a nota de falecimento, http://silviolobo.com.br/7/noticias-critica/640-diomar-gomes-ferreira-nota-de-falecimento

Fiz uma representação, mas grande parte das informações são de jornais locais, vejam as referências.


08/07/2011 - (Nome ocultado), de 23 anos, que levou choque na subestação de energia Ferroviário na noite de quarta-feira (6), continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Queimaduras em estado gravíssimo. (Nome ocultado) tem entre 70% e 80% do corpo queimado e respira com ajuda de aparelhos. O circuito ocasionado pelo homem desarmou a estação e outras duas: Aeroporto e Campinas. Cerca de 120 mil unidades consumidoras – que correspondem a um terço de Goiânia –em 80 bairros da capital, ficaram sem energia elétrica. Foram afetadas as regiões sudoeste e central de Goiânia.

Para entrar na estação, o homem, que mora na região, pulou a grade. Os vigilantes, que fazem a segurança do local 24 horas por dia, o levaram para a guarita, mas o sujeito saiu correndo no meio dos equipamentos de alta tensão. Os vigilantes relataram que (Nome ocultado) estava abalado e afirmava que entrou no local para orar, pois o mundo estava acabando. Há informações não oficiais de que ele sofre de problemas psiquiátricos.

(Nome ocultado) encostou em uma chave seccionadora – equipamento de manobra, utilizado para isolar outro componente da subestação e foi eletrocutado. “Ele foi repelido por um dos equipamentos que estava na linha de entrada”, explica o engenheiro e superintendente de Operações da Celg, João de Oliveira Júnior. Os técnicos da Celg esperaram a chegada de uma viatura do Corpo de Bombeiros para atender o rapaz, antes que religasse a energia. Após 30 minutos, parte dos bairros voltaram a ter energia e, em mais 20 minutos, o mesmo ocorreu com o resto.

Sobrevivente

A subestação Ferroviário é uma das 15 subestações em Goiânia e é considerada de médio porte. A tensão da unidade de distribuição de energia é de 138 mil volts. Segundo o superintendente de Operações da Celg, a corrente recebida pelo homem foi de aproximadamente 100 amperes. “O corpo humano resiste a uma corrente de 9 miliamperes. A que ele recebeu foi mais de 100 mil vezes superior.”

Este foi o primeiro caso de invasão a uma unidade da Celg para esse fim. João de Oliveira explica que, normalmente, quando um terceiro entra na unidade é para furto de material de escritório ou até mesmo fios. A subestação é toda cercada e possui placas informativas sobre o perigo do local, também tem seguranças 24 horas e circuito fechado de TV.

O engenheiro acredita que é um milagre a vítima sobreviver ao choque. A família de (nome ocultado) não quis falar com a imprensa e não permitiu que o hospital repasse mais informações sobre o estado clínico da vítima. O hospital só garantiu que o estado continuava gravíssimo até o meio da noite de ontem. (Cejane Pupulin do Jornal Hoje, link: O HOJE)

07/07/2011, noite - Estado do (nome ocultado), que provocou o apagão é gravíssimo.

Ontem os bairros da capital de Goiana: Norte Ferroviário, Criméia Oeste, Criméia Leste, Marechal Rondon, Fama, Centro Oeste, parte central ficaram totalmente no escuro (Uma de cada cinco unidades de consumo da capital ficou sem energia).

Isto aconteceu pois um homem, aparentemente com problemas mentais, invadiu a estação elétrica do Norte Ferroviário e subiu em uma das torres.

O homem ficou completamente queimado devido ao choque elétrico, relata os jornais desta manhã que pelo menos 70% do corpo dele ficou queimado.

No local no momento do incidente, muitas pessoas especularam as causas. A quantidade de viaturas policiais que chegaram no momento levaram muitas pessoas a pensar que o homem estaria fugindo da policia quando adentrou o lugar e sofreu o choque eletrico.

Observando com mais cuidado, alguns viram existir algo de muito estranho pelo local que ele estava, e afirmaram ser suícido.

Ainda não se sabe o estado de saúde do vitimado, que foi encaminhado para o Hospital de Queimaduras.

dm.com.br

Texto de Manoella Porto, DA EDITORIA DE CIDADES (Diário da Manhã)

(Nome ocultado), 23, continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do [[Hospital de Queimaduras de Goiânia]], em estado gravíssimo. Ele teve mais de 70% do corpo queimado, após invadir, na noite da última quarta-feira (6), a [[subestação de energia]] da [[Celg]], que fica na Avenida Goiás Norte. (nome oculto) sofre de problemas psiquiátricos, segundo informações do Corpo de Bombeiros, e teria subido na estrutura de um dos transformadores da estação alimentadora de energia elétrica, onde foi eletrocutado.
A ação da vítima causou pane na rede de distribuição de energia e acarretou blecaute em 120 mil unidades consumidoras, entre estas, estabelecimentos comerciais e residências. (nome ocultado) foi submetido a um choque de potência maior que 138 mil volts, segundo informou a Celg. O hospital divulgou que a vítima respira por aparelhos.
Segundo o superintendente de Operações da Celg, o engenheiro eletricista João de Oliveira Júnior, em meia hora, a situação nas outras subestações foi normalizada. Devido ao incidente na Subestação do Ferroviário, a demora para voltar ao normal foi maior. "Esperamos o Samu e os Bombeiros chegarem, para poder tirar o rapaz e certificar de que o local estava seguro para reativar a subestação e normalizar o abastecimento de energia", afirmou.
De acordo com o assessor de impresa da [[Celg]], Herivelto Nunes o local tem vigilância 24 horas por dia, e, na noite de quarta-feira, um vigilante estava no local quando o rapaz, que parecia estar psicologicamente desequilibrado, pulou o muro, de aproximadamente 1,80m. "Ele não estava em seu estado normal, talvez tenha problemas psiquiátricos ou estava sob a influência de entorpecentes. Ele falou que era evangélico e que tinha vindo pra orar porque o mundo ia acabar no dia seguinte", disse.
Segundo Herivelto, o vigilante chamou outro guarda, que estava no prédio do departamento de recursos humanos da Celg, localizado ao lado da subestação, para ajudar a conter o rapaz. De acordo com ele, os dois tentaram convencer Giomar a sair e chegaradm a escoltá-lo até o portão, mas ele fugiu e subiu em uma das estruturas de concreto que suportam as chaves seccionadoras da subestação.
João de Oliveira explicou que as chaves seccionadoras recebem linhas de energia, que chegam à estação e precisam de uma distância mínima de isolamento de um metro para distribuirem a energia elétrica. Quando Giomar aproximou a mão do aparelho, o isolamento foi rompido e o sistema de proteção provocou um curto-circuito para proteger o equipamento. "Ele não chegou a encostar no aparelho, somente por chegar perto de uma corrente tão forte, ele foi atingido pela carga que seria quase mil vezes a de um choque em uma tomada comum. Se ele tivesse encostado no aparelho, não teria sobrevivido", disse.
O engenheiro afirma que, quando se entra em contato com uma carga como essa, cada corpo reage de uma maneira, mas sempre ocorrem queimaduras de segundo e terceiro graus, além de rompimento dos vasos sanguíneos e fibrilação do coração. "Dificilmente uma pessoa que chega perto desse tipo de corrente sobrevive.”
A Celg afirma que nunca houve casos como esse, pois as pessoas geralmente procuram manter distância do local, mas que tem projeto de construir muros reforçados com concertina - uma espécie de arame farpado mais rígido-, para manter as pessoas mais afastadas da subestação. A Celg lamentou o ocorrido e afirma que o local é fechado, tem vigilância e placas informando dos perigos da aproximação dos aparelhos, mas que, no caso, o estado psicológico do rapaz o levou a ignorar os avisos de segurança.

(11/07/2011) - Leia a nota de falecimento, http://silviolobo.com.br/7/noticias-critica/640-diomar-gomes-ferreira-nota-de-falecimento