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Luane foi com a mãe para fazer uma [[doação de medula]]. Ela tem uma morte agônica durante um procedimento médico, em seguida vem um moço olha para mãe e diz, 'a senhora poderia doar as córneas de sua filha'.

Até quando vamos ficar sabendo destas histórias de pacientes que sofrem procedimentos experimentais e que morrem como cobaias.


Luana Neves Ribeiro morreu após procedimento para doação de medula óssea, um procedimento simples, onde se extrai a medula do interior dos ossos. Mas a médica Flávia Leite Souza Santos inseriu um cateter pela o veia jugular, que passa pelo pescoço.

Comumente a medula é colhida da bacia dos doadores, e não do pescoço.

Foi Érika Rodrigues Pontes, a responsável para atender a estudante no retorno ao hospital.

O laudo, do Serviço de Verificação de Óbito (SVO), da Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp), atesta que a jovem teve a veia subclávia perfurada, o que causou hemorragia e um choque hipovolêmico - queda de pressão causada por grande vazamento de sangue - que a levou à morte. As perfurações teriam ocorrido durante a tentativa de se implantar um cateter para fazer a coleta da medula na veia subclávia (próxima da jugular) esquerda.
O documento mostra que houve "múltiplas perfurações em veias subclávia esquerda", como causa básica da morte. Em consequência, surgiram hemorragias intratorácicas, que causariam o choque hipovolêmico. "O choque hipovolêmico resulta da perda sanguínea ou volume plasmático. Isso pode ser causado por hemorragia, perda líquida ou trauma, sendo que o choque é uma disfunção que se não corrigida leva à morte", diz o laudo.

O portal do Biomédico aponta que a jovem ficou uma hora agonizando esperando um médico. Luana foi doar a medula para curar uma criança com leucemia.

Ou isto foi um homicídio doloso, ou o INCA (Instituto Nacional de Câncer) está fazendo piada, leia abaixo:

Como é o transplante para o doador?
Antes da doação, o doador faz um rigoroso exame clínico incluindo exames complementares para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. São realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde.

Marido de médica agride jornalistas após depoimento
Jornalistas que faziam nesta quarta-feira (13) pela manhã a cobertura do depoimento das médicas no 5º Distrito Policial foram agredidos por familiares de Flávia Leite quando tentavam entrevistá-la. O marido dela, Vinicius de Castro Freitas, deu um empurrão no repórter André Modesto da TV TEM e chutou o fotógrafo Guilherme Baffi do “Diário da Região”, que teve a câmera arremessada no chão. “Vocês são todos abutres”, disse a mãe de Flávia aos gritos para os repórteres”. A polícia vai investigar a agressão.(Janaina de Paula - Agência BOM DIA)
Foto de: Milena Aurea/Agência BOM DIA

O delegado João Lafayete Sanches Fernandes instaurou inquérito ontem para apurar as circunstâncias da morte da universitária Luana Neves Ribeiro, 21 anos. Ele encaminhou um ofício para o HB solicitando informações, em caráter de urgência, do histórico clínico da paciente e os nomes de todos os profissionais de saúde envolvidos no atendimento e os diretores do HB e da Unidade de Transplante de Medula Óssea. “Quero dar início aos depoimentos o quanto antes.”

O Hospital não comunicou a polícia sobre a morte!!!

Lafayete disse que vai questionar o motivo de a polícia não ter sido comunicada sobre a morte da jovem. A instauração do inquérito teve iniciativa do próprio delegado quando soube, somente pela imprensa, do trágico episódio. “Não foi uma morte comum. A doadora estava bem, em plena saúde, mas morreu logo após o procedimento. Quando ocorre um fato assim, normalmente o hospital comunica a polícia, mas não foi o que aconteceu dessa vez”, diz. ([[Diario da Região]])

Isto está mais parecendo formação de quadrilha!

Se fosse a filhinha dela morta, ela estaria gritando: justiça! justiça! justiça!

Veja o video da mãe da vítima: http://www.youtube.com/watch?v=BuY7Mz_PtRI&NR=1

Veja o video da mãe da médica homicída:
 http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=QczrxiCmzvk

Parabéns ao [[diárioweb.com.br]] que investigam estes caso,

É um homicídio preterdoloso, não há dúvidas. Mesmo que não houvesse a intenção da matar Luana, também não houve o desejo de preservar a vida deste ser humano. Sílvio Lôbo

As médicas Flávia Leite Souza, que colocou o cateter em Luana, e Érika Rodrigues Pontes, que atendeu a estudante quando ela passou mal, continuam trabalhando normalmente após a morte de Luana. (
Quem estiver interessado em doar medula pode ir lá procurá-las, recomenda o Hospital)

Médicos perderam chances para salvar a vida de Luana

Mesmo depois de perfurar o pulmão esquerdo da estudante Luana Ribeiro com um cateter, médicos do Hospital de Base tiveram pelo menos três oportunidades de salvar a vida dela.
De acordo com médicos do próprio hospital, ela jamais poderia ter sido liberada diante da dificuldade que os profissionais tiveram para passar o cateter e deveria ter permanecido em observação por pelo menos 12 horas.
“O grande erro foi a liberação da doadora. Se ela ficasse internada, com certeza estaria viva hoje”, afirmou um médico que pediu para não ser identificado. Outra chance desperdiçada foi a de encaminhá-la para a emergência.
Ao chegar no hospital com fortes dores abdominais, a estudante foi atendida no setor de transplante. Na emergência, as chances de diagnosticar a hemorragia teria sido certeira.
A terceira oportunidade foi perdida durante o atendimento de Luana quando reclamava de dores. A médica Érika Rodrigues Pontes, que faz parte do setor de transplante de medula do HB, deveria ter desconfiado que as dores de Luana eram decorrentes de complicações da passagem do cateter em vez de prescrever remédio para enjoo e ter ido embora. (Janaina de Paula da www.redebomdia.com.br )

Além das médicas já citadas neste artigo-pesquisa a Polícia Civil deve indiciar a médica Janice Silva, chefe do SVO (Serviço de Verificação de Óbito) por ocultação.

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