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Maio de 2012 - Quatro das oito pessoas que foram presas suspeitas de ter envolvimento no desaparecimento da adolescente Maiana Mariano Vilela, de 16 anos, foram liberadas pela Polícia Civil na noite desta sexta-feira (25). Conforme a polícia, eles foram soltos porque não havia provas da participação direta no crime, apesar de que eles sabiam da suposta morte da garota. Mesmo com a liberação, os suspeitos continuam sendo investigados pela Polícia Civil e podem ser indiciados.

 Já os dois homens suspeitos de assassinar a adolescente receberam R$2,5 mil cada um para executar o crime, segundo as investigações da Delegacia de Homicídios de Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá. A menina desapareceu há cinco meses, sendo vista pela última vez sacando R$ 400 em uma agência bancária na capital.

Oito pessoas que teriam algum tipo de envolvimento no assassinato da garota tinham sido  presas nesta sexta-feira (25), por decreto da Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar de Cuiabá.

As investigações comandadas pela delegada Anaíde Barros apontam que um empresário de 38 anos, que era namorado da adolescente, e a ex-mulher dele, de 36 anos, são os mandantes do crime. Ambos estão entre as quatro pessoas que permanecem presas.

A DHPP trabalha com a hipótese de chantagem ou ciúmes. “Ela [Maiana] estava aguardando há um tempo receber um apartamento. Então acreditamos que a chantagem seja por esse apartamento”, pontuou Anaíde.

Os dois suspeitos de matar a garota confessaram em depoimento que receberam R$2,5 mil cada um para asfixiar Maiana. “Nós temos provas suficientes para comprovar o crime. Temos interceptações telefônicas e mensagens”, completou a delegada.

 O suposto corpo da jovem foi localizado enterrado no meio da mata, próximo a uma estrada de chão, na região da chamada Ponte de Ferro, no Distrito do Coxipó do Ouro em Cuiabá.

 Segundo a Polícia Civil, o corpo estava em uma cova rasa. A ossada foi recolhida pelo Instituto de Medicina Legal (IML), que fará exames para constatar a causa da morte e confirmar a identidade da jovem.

 “Recebemos um laudo preliminar do exame odontológico e tem a confirmação de 80% de ser o cadáver da Maiana”, disse Barros. O mandado de prisão das oito pessoas é temporário por 30 dias, mas poderá ser prorrogado.

 - MORTE -

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 Conforme as investigações, na tarde do dia 21 de dezembro o empresário pediu para a adolescente levar R$ 400para o caseiro da chácara da família, na região do Altos da Glória. Mas na verdade quem estava aguardando a menina era o suspeito de ser o assassino e não o caseiro. Usando um pedaço de pano, conforme a polícia, o suspeito asfixiou a adolescente ainda na chácara e depois ocultou o corpo (Texto G1 do MT).

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Fevereiro de 2012 - Que história é esta de que a menina fugiu de casa com um ex-namorado, e um casal? Isto é verdade ou são boatos implantados para desviar a investigação? Se alguém puder ajudar, agradecemos.


22/01/2012 - Segundo a delegada da Polícia Civil, Anaíde Barros, o empresário de 38 anos que vivia com a adolescente de 16 anos, também mantinha um 'relacionamento' com a ex-mulher.

Conta a delegada, que o empresário deixava a adolescente para se encontrar com a ex, e por conta disto Maiana sentia-se muito sozinha. (narrou testemunas)

 

11/01/2012 - hoje o a investigação sobre o fato toma um novo tratamento, veja a manchete,

"Decretado sigilo no caso da jovem de MT que sumiu após ir a sex shop" (texto de  Ericksen Vital, do MT G1,)

Jovem teria também sido vista tomando banho de rio e sacando cheque. Adolescente de 16 anos desapareceu no dia 21 de dezembro em Cuiabá.

 A Justiça de Mato Grosso decretou sigilo nas investigações da Polícia Civil sobre o desaparecimento da adolescente Maiana Mariano Vilela, de 16 

anos, vista pela última vez em uma sex shop, em Cuiabá.


 O sumiço dela é um mistério para a equipe de policiais do setor de desaparecidos da Delegacia de Homicídios de Proteção à Pessoa (DHPP). A polícia aguarda a quebra detalhada do sigilo telefônico da jovem para colher mais informações sobre o caso.

O desaparecimento da adolescente tem intrigado a polícia. Todas as informações dos locais onde Maiana supostamente esteve nos últimos dias foram descartadas pela investigação da polícia.
No dia do desaparecimento, 21 de dezembro de 2011, a jovem foi vista em uma sex shop comprando uma fantasia de “mamãe noel” no valor de R$ 80. Naquela mesma tarde, a adolescente desapareceu misteriosamente. A nova pista foi confirmada à polícia pela dona do estabelecimento.
Segundo a Polícia Civil, a menina entrou sozinha na sex shop, localizada na região do CPA, com um capacete em um dos braços. Do lado de fora, ficou aguardando um homem que estava acompanhando a jovem. De acordo com a família, Maiana Vilela morava com a sogra e o namorado de 38 anos que recentemente havia se separado da mulher. Pela conta do telefone celular da adolescente, disponibilizado pelo namorado, a polícia constatou que a menor teria ligado para outra sex shop dois dias antes.
Naquele mesmo dia do suposto sumiço, a jovem também trocou um cheque no valor de R$ 500 em uma agência bancária no bairro CPA II, na capital. Ela também teria ido à agência acompanhada de um rapaz e mais um casal, e depois o grupo foi tomar banho no rio Coxipó, na região conhecida como Ponte de Ferro, no bairro Dr. Fábio, periferia da capital. Até o momento, todas as informações dos locais onde Maiana supostamente esteve nos últimos dias foram descartadas pela polícia.

10/01/2012 - Ericksen Vital -  O desaparecimento da adolescente Maiana Mariano Vilela, de 16 anos, vista pela última vez em uma sex shop, em Cuiabá, completou 20 dias nesta terça-feira (10), sem qualquer pista do paradeiro da jovem. O sumiço dela é um mistério para a equipe de policiais do setor de desaparecidos da Delegacia de Homicídios de Proteção à Pessoa (DHPP). A polícia aguarda a quebra detalhada do sigilo telefônico da jovem para colher mais informações sobre o caso.

29/12/2011 (noite) - Menina que sumiu em MT é vítima de exploração sexual, diz delegada

Para delegada, mãe de Maiana Vilela se beneficiava com namoro da filha. Garota desapareceu há nove dias após trocar cheque em banco de Cuiabá. (Texto de Dhiego Maia - Do G1 MT)

A relação precoce que Maiana Vilela, de 16 anos, desaparecida em uma agência bancária de Cuiabá após trocar um cheque de R$ 500, mantinha com o empresário de 38 anos, motivou a delegada que preside as investigações sobre o sumiço da adolescente, Anaíde Barros, a encaminhar denúncia de exploração sexual contra a garota à Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), da capital. Segundo Barros, a denúncia foi embasada em depoimentos de pessoas próximas à adolescente, entre elas, a mãe. Ainda de acordo com a delegada, a dona de casa, Suely Cícero Mariano se beneficiou do relacionamento da filha, com a reforma da casa, aquisição de aparelhos eletroeletrônicos, tratamento de saúde e até passagens para viagens ao Paraná. “Nós percebemos o benefício financeiro que ela tinha com o relacionamento da filha. Já encaminhei a denúncia à delegacia e a delegada responsável é que vai decidir se instaura ou não um novo inquérito”, explicou Barros. Além dela, quem pode ser responsabilizado é o namorado, o empresário do ramo de pré-moldados. O G1 entrou em contato com o empresário, mas até o fechamento da reportagem não obteve resposta das ligações. Em entrevista ao G1, a mãe de Maiana disse que concordou com a relação da filha, que, segundo ela, após conhecer o empresário, saiu de uma depressão profunda. “Ela era carente, queria estudar, crescer, mas eu não tinha condições de dar isso. Ele apareceu na vida dela e a levou para o médico, dentista e para uma ótima escola. E prometeu fazer tudo por ela”, confirmou. leia mais,

 

29/12/2011 (tarde) - Adolescente foi a rio com amigos em MT antes de sumir, diz delegada - Em depoimento, comerciante disse que viu Maiana comprando refrigerante. Garota está desaparecida há 9 dias depois de trocar cheque em banco. [[Diego Maia - Do G1 MT]]

 

maiana Vilela2Depois de trocar o cheque de R$ 500 em uma agência bancária no bairro CPA II, em Cuiabá, a adolescente Maiana Vilela, de 16 anos, acompanhada de um rapaz e mais um casal foi tomar banho no rio Coxipó, debaixo da ponte de Ferro, no bairro Dr. Fábio. Dali, a menina não mais foi vista. Nesta quinta-feira (29) completa nove dias do desaparecimento da adolescente.
A nova pista surgiu após a delegada, que preside as investigações, Anaíde Barros, ter ouvido o proprietário de uma lanchonete instalada na região. Tanto ele, como a filha, que também é funcionária do estabelecimento, confirmaram à polícia que viram Maiana com outras três pessoas e todos estavam de moto.
No depoimento, o comerciante enfatizou que a adolescente chegou a comprar um refrigerante. Ele ainda disse que ela pilotava uma moto cor-de-rosa, um presente dado pelo namorado, um empresário de 38 anos.
Segundo a delegada, o bairro Dr. Fábio, na capital, é familiar para Maiana. Ela já morou naquela região e sempre estava por lá, já que o namorado mantém no bairro uma fábrica de pré-moldados. No depoimento prestado à polícia, porém, o comerciante disse que o rapaz que acompanhava Maiana não era o empresário.

G1 

Envolto em mistério, o desaparecimento da adolescente intriga a polícia. No dia em que desapareceu, segundo a delegada, Maiana ligou às 08h39 para o namorado e mais uma amiga, que também prestou depoimento à polícia. À amiga, um dia antes de desaparecer, Maiana enfatizou nos 10 minutos de conversa que estava se sentindo muito só e sem liberdade.

Para a polícia, a adolescente teria simulado o próprio desaparecimento para chamar a atenção do namorado. Segundo a delegada, antes de sumir, Maiana reclamava constantemente da ausência do empresário. “Isso veio em concordância com uma testemunha que disse que a adolescente alegou que estava se sentindo muito sozinha, porque o empresário estava saindo nos finais de semana e não estava ficando em casa. Ele estava saindo com a ex-mulher”, disse Barros.
Quando o empresário conheceu Maiana, ele estava em processo de separação da ex-mulher, que, inclusive, é funcionária da fábrica de pré-moldados. Porém, nesta semana, quando prestou depoimento à polícia, o empresário disse que mesmo se relacionando com Maiana, ainda se encontrava com a ex-mulher, com quem tem filhos. “Ela [Maiana] não sabia do relacionamento. As ligações e mensagens de Maiana, ele apagava tudo do celular para a ex-mulher não ver nada”, enfatizou a delegada.
Investigação
Para tentar localizar a menina, Anaíde Barros solicitou a quebra detalhada do sigilo telefônico de Maiana e as imagens da agência bancária em que ela trocou o cheque. A polícia também já requisitou as imagens de uma câmera instalada próxima à ponte de Ferro. As características e placa da moto da adolescente também já foram replicadas a todas as forças de segurança do estado.
Até o momento, todas as informações dos supostos locais onde Maiana esteve foram descartados pela polícia. Ao G1, Barros ressaltou que mesmo diante do recesso de final de ano, o caso seguirá sendo investigado pela polícia. Quem tiver pistas do paradeiro da adolescente pode ligar no 197.


29/12/2011 - CASO MAIANA / ALECY ALVES / Da Reportagem Fonte:

http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=404389

 

Polícia investiga os telefonemas de garota A polícia tenta descobrir para quem Maiana ligou usando o telefone celular de uma vizinha, poucas horas antes de sumir

Sueli Mariano: seria ela, segundo a polícia, quem estimulava Maiana a pedir presentes ao namorado

Sem pistas sobre o paradeiro da adolescente Maiana Mariano Vilela, de 16 anos, que desapareceu no dia 21, a polícia tenta descobrir para quem ela ligou usando o telefone celular de uma vizinha, poucas horas antes de sumir. Naquele dia, Maiana fez diversas ligações e demonstrou nervosismo ao celular. A polícia já ouviu o depoimento da mulher e solicitou da empresa telefônica a conta detalhada, onde aparecem os números de cada ligação feita, na tentativa de descobrir para quem a adolescente telefonou.

A informação de que a adolescente havia feito contato com a família e de que estaria em Barra do Garças não foi confirmada pela polícia, tampouco de que teria sido vista na capital paulista. Ontem pela manhã, a diretora e o professor do Centro de Ensino Paiaguás, onde Maiana estuda, prestaram depoimento. Mônica Aparecida de Oliveira, que tinha a adolescente como aluna de sua escola desde os 11 anos, disse que não acredita que ela tenha fugido.

Na avaliação de Mônica, que foi ouvida pela reportagem do Diário, se é que Maiana fugiu, ela não fez isso sozinha. “Maiana não tinha atitude para isso”, diz. Conforme a diretora Mônica e o professor Paulo Matos, a adolescente foi uma aluna exemplar em 2011. Até quando precisava sair mais cedo pedia autorização na diretoria.

Além disso, ontem a delegada Anaíde Barros decidiu encaminhar à Delegacia de Defesa da Criança e do Adolescente uma cópia do depoimento da mãe de Maiana, Suely Mariano, conhecida por “Mariana”.

Ela que quer a delegada analise a possibilidade de indiciar a mãe por corrupção de menor. No entendimento de Anaíde Barros, Suely estava se beneficiando financeiramente do “namoro” da filha com o empresário Rogério Amorim, de 38 anos. Há pelo menos um ano a garota era sustentada pelo namorado, que pagava escola, dentista, roupas, calçados e ainda havia lhe presenteado com uma motocicleta, em maio.

Seria a mãe, segundo a polícia, quem estimulava Maiana a pedir presentes ao namorado. A passagem que a mãe fez ao Paraná, por exemplo, conforme levantou a delegada, teria sido paga por Rogério.

Questionada se o empresário também não teria incorrido em crime por estar se relacionando com uma adolescente, Anaíde disse que não. O fato de Maiana ter mais de 14 anos, diz a delegada, o isentaria de corrupção e aliciamento.

Suely Mariano assegura que jamais usaria a filha para tirar vantagem financeira. Ela confirmou que Rogério Silva lhe deu a passagem de ônibus para o Paraná. “Ele sabia que minha mãe está doente, com mal de Parkinson, e que eu queria vê-la”, justificou. Ela diz que não era contra o namoro porque o comportamento de Maiana havia melhorado muito desde que ela começou a se relacionar com Rogério. Além de parar de sair à noite com amigos, tornou-se uma filha mais amorosa.

 

29/12/2011 - 'Sei que alguém está com minha filha', diz mãe de garota que sumiu em MT Maiana Vilela desapareceu ao trocar cheque em Cuiabá há oito dias. Mãe descartou tese de sumiço forjado e diz que filha queria crescer na vida. Texto de Dhiego Maia Do G1 MT

G1

“Não tivemos Natal. Todos nós passamos [a data] chorando e até hoje ninguém da minha família consegue dormir e comer direito”. Esta é a declaração da mãe da adolescente Maiana Vilela, de 16 anos, que desapareceu após trocar um cheque em uma agência bancária do bairro CPA II, em Cuiabá, há oito dias. A dona de casa, Suely Cícero Mariano, de 37 anos, é contrária à tese da polícia de que a filha tenha forjado o próprio desaparecimento como desculpa para chamar a atenção do namorado, um empresário, de 38 anos, do ramo de pré-moldados. Segundo a dona de casa, alguém mantém a filha em cárcere privado em algum lugar em Mato Grosso. “Eu penso que alguém mandou pegar Maiana para dar um susto e pensou que ela não tivesse família e eu estando fora de casa, o fato não ia dar em nada”, afirmou a mãe da adolescente. De acordo com Suely, a filha conheceu o namorado, por meio de amigos e com ele, mudou de vida. Ao G1, ela disse que consentiu com o relacionamento ao perceber que Maiana saiu de uma depressão profunda. “Ela era carente, queria estudar, crescer, mas eu não tinha condições de dar isso. Ele apareceu na vida dela e a levou para o médico, dentista e para uma ótima escola. E prometeu fazer tudo por ela”, confirmou.

Além de concordar com o namoro, dona Suely também permitiu que Maiana fosse morar na casa da mãe do namorado dela. “Lá, o pessoal estava sempre do lado dela, a ajudava a estudar e nunca ficava sozinha. Eu nunca tinha tempo de ficar com ela”, informou. Maiana passou seis meses na casa da sogra até desaparecer na semana passada. Questionada se Maiana já fugiu de casa em outras ocasiões, Suely disse que a filha apenas saía para festas e voltava "dois, três dias depois para casa". Depois que conheceu o empresário, segundo a mãe, Maiana parou de sair para festas e passou a ficar mais em casa. Quando o empresário conheceu Maiana, ele estava em processo de separação da ex-mulher, que, inclusive, é funcionária da fábrica de pré-moldados. Porém, nesta semana, quando prestou depoimento à polícia, o empresário disse que mesmo se relacionando com Maiana, ainda se encontrava com a ex-mulher, com quem tem filhos. Desaparecimento forjado De acordo com a delegada que preside as investigações, Anaíde de Barros, Maiana passou a sentir a ausência do namorado e, por isso, teria simulado o próprio desaparecimento para chamar a atenção do empresário. “Isso veio em concordância com uma testemunha que disse que a adolescente alegou que estava se sentindo muito sozinha, porque o empresário estava saindo nos finais de semana e não estava ficando em casa. Ele estava saindo com ex-mulher”, disse Barros. Com os R$ 500 que conseguiu trocar na agência, para Barros, Maiana poderia ter utilizado o dinheiro para se esconder de forma proposital. Mesmo diante dessa linha de investigação, ao G1, a delegada reforçou que não descarta nenhuma outra hipótese de violência e, por isso, reforçou a equipe de investigadores para tentar elucidar a situação o mais rápido possível. Segundo dona Suely, a filha e a ex-mulher do empresário chegaram a se desentender. “Ela [ex-mulher] já esteve em frente da minha casa e minha filha já foi seguida por ela e mais três mulheres”, disse. À delegada, a ex-mulher do empresário, em depoimento, confirmou alguns desentendimentos que teve com a adolescente. “A ex-mulher disse que viu ela [Maiana] com o marido no carro. Ela disse que xingou Maiana, mas não passou disso”, informou.

Já o pai de Maiana, Elson Vilela, um cabo da Polícia Militar que reside no interior de Mato Grosso, acompanha as investigações de perto. Ao G1, ele disse que não sabia do relacionamento da filha com o empresário e que tinha pouco contato com a filha. “Nós sempre nos falamos por telefone. Quando ela nasceu eu já estava separado da mãe dela, por isso a distância”, enfatizou. Além da incerteza sobre o paradeiro da filha, a família vem enfrentando outro problema. “Não estamos aguentando mais a quantidade de trotes de telefone que estamos recebendo. Peço a essas pessoas que tenham compaixão e se souberem onde minha filha está, que nos ajudem”, disse dona Suely. Paradeiro Segundo a família da adolescente, no dia em que desapareceu, na última quarta-feira (21), Maiana ligou às 08h39 para o celular do empresário, fez almoço, foi ao banco e, a partir daí, não foi mais vista. Para tentar localizar a adolescente, a Polícia Civil já requisitou as imagens do circuito interno do banco e de empresas próximas à agência. Quem tiver pistas do paradeiro da adolescente pode ligar no 197.

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[[G1 MT]] - Uma adolescente de 16 anos está desaparecida há quatro dias em Cuiabá. A família da jovem [[Maiana Mariano Vilela]] está desesperada e busca informações sobre o paradeiro da menina. O problema é que o setor da Polícia Civil responsável pelas investigações ainda não deu início às buscas porque está em recesso. Por meio da assessoria de imprensa, a Polícia Civil confirmou que o órgão entrou em recesso por conta das festas de fim de ano mas que mesmo neste período, as investigações são realizadas.

G1

Maiana Vilela, segundo a família, morava com a sogra e o namorado, um homem de 38 anos, que havia se separado recentemente da mulher. "Ele tinha saído desse relacionamento porque estava com dificuldade com a ex-mulher, mas estavam envolvidos [namorado e Maiana]. Ele trabalha bastante. Quando não estavam juntos, ela estava sempre na casa da sogra", explicou a prima da adolescente, [[Poliana Martins]].

A adolescente foi vista pela última vez em uma agência bancária do bairro CPA II, na capital, na última quarta-feira (21/12/2011), quando trocou um cheque de R$ 500, segundo informou a família. "Ela saiu para ir no banco, retirar um dinheiro, ir na loja, comprar um calçado e ir na chácara para fazer um pagamento do caseiro", explicou a madrinha da menina, [[Cleonice Martins]].

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À família, o caseiro informou que não viu a jovem. O namorado de Maiana, que preferiu não se identificar, foi quem comunicou à polícia o desaparecimento de Maiana. "Eu acho que aconteceu simplesmente uma fatalidade. Os nossos bancos não oferecem segurança. [O banco em que ela estava] é um dos que mais tem assaltos em Cuiabá" ressaltou.

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Depois de registrar o boletim de ocorrência nesta última quinta-feira (22), a família voltou nesta sexta-feira (23) na [[Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)]] para entregar as fotos de Maiana, mas foi surpreendida com recesso dos policiais. Neste sábado (24), a reportagem esteve na sede da DHPP e deparou com a porta do órgão trancada.

É lá que funciona o setor de desaparecidos da polícia. "A gente sabe que tem muitos outros casos para eles resolverem e fica desse jeito.  Não tem como ficar assim", reclamou o irmão da adolescente desaparecida, Danilo Vilela.

Se já não está ruim,

dhppMT


Além de enfatizar que mesmo no recesso do final do ano mantém as investigações de crimes, a assessoria da Polícia Civil informou que a população pode ligar no número 197 para passar informações a respeito de qualquer pessoa desaparecida no estado. A ligação é gratuita e o sigilo é garantido.

Os crimes conhecidos como 'saidinha de banco' tem se tornado assunto frequente nos jornais. E agora mais o recesso de final de ano da Polícia Cívil, isto é abominável.

(Link do Texto Original, ) Por: Redação ( texto abaixo link: VGNEWS)

Polícia investiga suposto envolvimento da mãe de Maiana com tráfico de drogas

A notícia abaixo parece um boato cuja sustentação é discutível.

A Polícia Civil  investiga uma segunda motivação para o desaparecimento da jovem  Maiana Mariano Vilela . A jovem pode ter sido alvo de traficantes, alguns parentes de Maiana supostamente estariam envolvidos  com o tráfico.

 Conforme informou uma fonte da própria família ao VGNEWS, a mãe da garota desde que soube de seu desaparecimento retarda o retorno à Cuiabá, por três vezes informou que estaria com retorno marcado, mas até agora nada, ao contrário do comportamento da mãe o pai da adolescente, Elson Vilela, que é cabo da Polícia Militar na cidade de Mirassol D'Oeste, a 329 quilômetros de Cuiabá, está concentrando as informações que chegam a todo momento nos celulares da família para encaminhá-las à polícia.

 

A Polícia Civil começou hoje a ouvir os familiares da jovem Maiana Mariano Vilela, 16, desaparecida desde a última quarta-feira (21). Segundo informações, uma investigadora, responsável pelo setor de desaparecidos na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) iniciou as investigações na quinta-feira (22), assim que a Polícia foi comunicada.

A expectativa fica por conta da quebra do sigilo telefônico da jovem, que teria ido a uma agência bancária sacar R$ 500 para comprar uma sandália e pagar o caseiro da chácara da família e não retornou. Além disso, imagens do circuito interno da agência onde a jovem teria ido serão pedidas. Quem alertou para o desaparecimento da jovem foi o namorado, de 38 anos. A mãe de Maiana deve chegar a Cuiabá nesta terça-feira (27), vinda do Paraná, onde passa férias.

 Qualquer informação ligue para o 190 da Polícia Militar, ou no  9626-8681/ 99515960.


Foto da avenida: CPA2, Cuiabá, autoria provável: Mateus Hidalgo, fonte: Wiki
Foto de Maiana Mariano Vilela, arquivo pessoal, origem internet G1.
Foto da Delegacia, originada de link  reportermt.
Foto da Policia Civil trabalhando foi encontrada no site link 

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