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[[G1]] - Na manhã desta quarta-feira (21/12/2011), a Polícia Civil apresentou os quatro suspeitos de participar da morte da publicitária Polyanna Arruda, de 26 anos, em novembro de 2009, em Goiânia. Há dois anos o caso está sendo investigado pela polícia que encontrou três dos suspeitos na capital e um no Mato Grosso do Sul.
De acordo com o [[delegado Odair José]], um dos responsáveis pelo caso, os quatro faziam parte de uma quadrilha de roubos de veículos que atuava há bastante tempo em Goiânia. O delegado conta que na ocasião do assassinato o objetivo era o Prisma preto da jovem. Um deles teria comprado um carro batido em um leilão e queria outro para substituí-lo. De acordo com Odair, a intenção era pegar o automóvel e liberar a moça em seguida. Mas na noite do crime, eles tinham cheirado bastante cocaína e estavam violentos.

 

G1

 

[[G1]] - A morte da Polyanna ocorreu há mais de 2 anos e só agora os suspeitos foram indiciados. Na sua avaliação, não é muito tempo?
Tânia Borges - A gente sabe que o tempo foi muito prolongado, tanto é que dois homens morreram como queima de arquivo. Durante 2 anos e 2 meseses estiveram aí livres, convivendo, cometendo delitos. Chegaram a ser presos por crimes menores, mas agora vão responder por crime hediondo. Nós estávamos esperando que a Polícia Civil concluísse o inquérito. Acho que agora há provas suficientes contra eles. Os delegados Odair José Soares - da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), mas que estava destacado para cuidar do caso - e [[Kleiton de Oliveira Alencar]] - adjunto da Delegacia Estadual de Homicídios - merecem uma certa homenagem.

 

G1 - Acha que agora a justiça será feita?
Tânia Borges - Nós só estamos no começo. As pessoas acham que terminou, mas não terminou. Agora, a responsabilidade sobre esses indivíduos está nas mãos Ministério Público e do Tribunal de Justiça. Não queremos uma justiça pelas nossas mãos. Queremos que eles sejam julgados e condenados.
G1 - Amanhã (quarta-feira) os quatros presos serão apresentados pela polícia. Como vai encarar os supostos assassinos da sua filha?
Tânia Borges - A sociedade vai conhecer quem são os criminisos. A minha filha teve de encará-los e eu vou fazer a mesma coisa. Vou encará-los de frente no julgamento. Eu lutei por isso. Depois de uma luta dessas, eu não vou perder o momento mais importante, que é a condenação deles.