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Muito diferente do que se pensa, séculos antes de Jesus Cristo, os homens observavam o céu e tiravam suas conclusões sobre o Universo, em especial aos astros próximos, os planetas, as estrelas e cometas.

 

Texto da imagem: Séculos antes de Jesus, o homem já sabia que nem todos os astros do céu movimentavam se da mesma forma. Cinco dos quais já na era romana eram nominados e chamados de planetas, e a observação era feita a olho nú, etes eram Mercúrio, Vênus, Marte, Saturno e Júpiter. / Exemplo da trajetória feita por um planeta se observado do solo a olho nu.  /

Cinco dos planetas já eram conhecidos no tempo do Império Romano. Outras tantas estrelas eram ricamente referenciadas e citadas nas navegações. A Lua era importantíssima para definição do calendário, estações do ano e observação sobre a maré.

Os astros se movimentam?

Sim, todo o Universo movimenta, estrelas, planetas, e até mesmo o sol. Tudo acontece simultaneamente. E por observação já era conhecida estas trajetórias desde a antiguidade.

Vamos compreender os movimentos passo-a-passo,

A Lua gira em torno dela e em torno da Terra. A Terra como todos os outros planetas giram em torno de si e do Sol. Este sistema é chamado de Sistema Solar.

Texto imagem: Não é possível representar  num desenho o sistema solar, precisaria colocar num campo de futebol, e os planetas seriam pontinhos. Ao lado você vê a proporção entre os planetas. Plutão está referência, pois sendo tão pequeno deixou de ser considerado um planeta.

Não é possível fazer uma representação fiel do sistema solar, tamanha é a desproporção. A diferença entre os planetas são tamanhas que Plutão foi desconsiderado um planeta, sendo hoje conhecido como planeta-anão.

Observe no desenho acima a proporção dos Planetas. Júpiter é o maior, Saturno. Urano e Netuno têm tamanho mediano (em relação aos outros) e de forma decrescente temos Terra, Vênus Marte e Mercúrio.

Nosso Planeta é azul, como se espera ao ver o Céu. As grandes florestas como o Amazonas e as africanas são verdes, os grandes desertos são ocre e os polos acinzentados.

Texto da imagem: Nosso planeta Terra

A observação mais fácil em relação aos movimentos dos astros está em observar a Lua e o Sol. Ambos encantam e são indiscutivelmente importantes para a humanidade. A lua tem 3474,8 km de diametro equatorial, maior distancia. O período de rotação da Lua é igual ao período de translação (27 dias), assim da Terra só é possível ver uma de suas faces.

Texto da imagem: O satélite de nosso planeta, Lua.

Economiza-se bastante comentários dizer que sem o Sol não existiria vida em nosso planeta. Conhecido como astro Rei, sua função central é determinante. Porém diferente do que acreditam o Sol não está estático. Tudo é uma questão de referêncial, pois mesmo parecendo estar inérte no centro do seu Sistema. Todo este conjunto, chamado Sistema Solar, gira em torno do núcleo de nossa galáxia, Via Láctea, a uma velocidade aproximada de 220 km/s, é isto mesmo, Quilometros por segundo.


Texto da imagem: Sol, nossa estrela mãe / Visão por um telescópio espacial

A Via Láctea é a galáxia onde encontra nosso Sistema Solar. Para ser exato, nosso sistema encontra-se no braço de Órion, No desenho abaixo é possível ver como é visto a Via Láctea a olho nu do céu.

Na nossa civilização, o nome Via Láctea vem dos gregos antigos, que a viam como um "caminho de leite" no céu. É encontrada nas mais diversas culturas com os mais diversos nomes. Os índios Tembé (sul do Pará) a chamam de "Caminho da Anta"; por exemplo. (Renado Las casas)


Texto da imagem: Via Lactea, é no braço de Órion que fica o Sistema Solar e praticamente todas as estrelas possíveis de se ver a olho nu.

A Via Láctea também gira, enquanto expande. As galáxias seguem em direção aos espaço absoluto, como se afastassem em conseguência de uma grande explosão inicial.

Fiz aos amigos um humilde desenho para ajudar na compreensão.


Texto da imagem: Universo Verdadeiro, Universo Visível, Galáxias, Quasar, Centro do Universo VEradeiro, ponto do Big Bang (Início), O espaço fora do Universo Verdadeiro é chamado Espaço Absoluto. / Direção dos corpos, O universo verdadeiro esta em constante expansão.

O ponto central é a origem, todos os astros saem desta direção expandindo. Cada instante o Universo como entendemos se torna maior. Porém quando olhamos para o Universo não conseguimos atingir os limites dele, o que vemos é apenas uma parcela. Este Universo que conseguimos ver, a olho nu, e com a ajuda de telescópios terrestres e espaciais, é chamado Universo Visível.


Texto da imagem: O Universo Visível / Nossos olhos não alcançam o infinito, mas apenas parte dele, que chamamos de Universo Visível. / Em 2009 a luz de uma estrela que explodiu há 13 bilhões de anos chegou à Terra, estabelecendo um novo recorde do objeto astronômico individual mais distante já observado.  O O ddddd

Olhando o Universo do angulo da terra observa-se que os planetas, estrelas e demais astros movem em movimentos confusos, e não saindo apenas de um ponto. Isto acontece por causa do referencial. Nosso planeta não é o centro do Universo, portem um observador será sempre o centro do Universo Visível.

Um homem que olha em todas as direções para o infínito poderá passar-se por centro do Universo, isto é, centro do Universo Visível.

Para entender o Universo é necessário compreender o todo, e a relação de referencial. O Sol parece se mover pelo Céu, mas está fixo no centro do Sistema Solar, o Sistema Solar também parece estar fixo, mas se move no Braço de Órion na Via Láctea, tudo é uma questão de referencial. A percepção do movimento de um planeta é lento, precisaram de anos e anos para entender a orbita de um planeta na antiguidade, quando toda observação era feita sem qualquer instrumento. Porém, eles conseguiram.

Em breve colocarei neste artigo e neste site dicas de como observar o céu.

E se movimentam para onde vão?

Cálculos indicam que pela movimentação dos corpos celestes eles estavam no ponto inicial há 13,7 bilhões de anos, e muitas as teorias tentam explicar quando tudo irá terminar.


Texto da imagem: Possíveis fins, / Após todo hidrogêncio do Sol se tornar Hélio, o astro iria expandir envolvento os três primeiros planetas, no lugar ficará somente um estrela de Neutrons, inerte e fria, será parecido com um planeta, porém a densidade será a mais elevada no Universo. Cerca de 1015 g/cm³. /  Big Freeze (ou Grande Congelamento) é considerado um dos dois fins possíveis. É um cenário no qual o universo tornaria-se demasiado frio para poder albergar vida devido a contínua expansão. Esta hipótese pode vir a acontecer caso que a geometria do universo seja plano ou hiperbólico, ou que poderia indicar que o universo se expandiria para sempre./ A morte térmica é um possível estado final do universo, no qual ele “cai” para um estado de nenhuma energia livre para sustentar movimento ou vida. Em termos físicos, ele terá alcançado entropia máxima. A hipóteses de uma morte térmica universal surgiu das idéias dos anos 1850 de William Thomson (Lord Kelvin), que extrapolou a visão da perda de energia mecânica na natureza da teoria do calor, como as englobadas nas primeiras duas leis da termodinâmica, a uma situação universal. / Outras teorias dizem que depois de bilhões de anos a energia de expansão irá acabar, e que atraido pela gravidade haverá uma regressão. / O Big Crunch é uma teoria segundo a qual o universo começará no futuro a contrair-se, devido à atração gravitacional, até entrar em colapso sobre si mesmo. Essa teoria suscita um mistério ainda maior de se analisar do que o Big Bang. / Existe uma teoria drástica, de que a velocidade de expansão do universo atingiria níveis críticos e a matéria seria liquidada em nível atômico.  / Big Rip (em português: Grande Ruptura) é uma teoria, apresentada inicialmente em 2003, que diz que se a velocidade de expansão do universo atingir uma velocidade acima do nível crítico, isto causará o deslocamento de todos os tipos de matéria, e então as galáxias se isolariam, e depois de alguns bilhões de anos os próprios átomos se desintegrariam. Diferentemente do Big Crunch, na qual tudo se consensa em um só ponto, no Big Rip o Universo se converterá em partículas subatômicas mínimas dispersas que permaneceriam para sempre separadas, sem coesão gravitacional nem energia alguma.

Este assunto é muito interessante, busco em meu site demonstrar algumas das ideias mais recentes, com recordar e entender as ideias memoráveis da antiguidade. Assim abro espaço para questionamentos, sugestões e maiores informações.

Até o próximo capitulo, abraço.

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